Meu mundo, minhas ideias, EU!

Até quando você vai PERDER DINHEIRO em suas obras?

VOCÊ ainda utiliza aquelas planilhas milenares, da época do Lotus, ou ousa sempre está reciclando tecnologias para definir melhores seus custos de obras?

Utilizando os índices de construção sugeridos pelo por um profissional em gerenciamento, você vai ter sucesso de forma a obter com precisão os corretos valores executivos dos serviços relacionados a um projeto e definindo custos corretos para suas obras, você não terá erros de formação de valores diluindo seu LUCRO.

É interessante notar que sempre, sem nenhuma exceção, em todos os casos os equilíbrios econômico-financeiros das empresas apresentam prejuízos e às vezes enormes, o foco principal de erros para tais prejuízos?

“Formação dos valores de venda das obras”.

A definição precisa dos custos de uma obra, e que no final, por não os considerar, acabam por comprometer todo o lucro. Veja que isto é uma realidade em mais de 37% das obras do país. Isto hoje vem gerando uma total situação de desespero em mais de 53% das empresas de engenharia no Brasil, pois sem lucro acabam fazendo loucuras para a manutenção de sua estrutura, até que chegando a um ponto, terminam por encerrar suas atividades.

Aí vem a pergunta que não quer calar: “Até quando as vamos fazer orçamento e planejamento utilizando chutes, e depois amargando prejuízos?"

Veja que não estou simplesmente falando que você não sabe definir custos para serviços de uma obra. Eu estou afirmando que você não considera todas as variáveis para isso, e a menor conseqüência que isso gera, é a lapidação dos lucros que esta obra poderia lhe propiciar, e você comemora tivemos um lucro de 18% na obra tal! Aí lhe pergunto não poderia ser 30%?

Pior ainda, é a situação criada pelo maior contratante de serviços de engenharia, ou seja, o Governo, com todas as suas instituições, incluindo as de Economia Mista (que se dizem não sujeitas à Lei 8.666 em função do Decreto 2.745), que ainda formam seus preços sobre conceitos e métodos arcaicos, tornando-os valores de referência a seus processos licitatórios, onde em sua grande maioria, se fazem sobre o regime “MENOR PREÇO”.

Isto gera uma verdadeira situação de total terror para o segmento vertical da Engenharia, pois licitando suas obras com preços inexeqüíveis, com conceitos arcaicos, onde o nível de erros é absurdo, e ainda exigindo que o processo licitatório se faça pelo menor preço. Daí, empresas ignoram a razão maior de sua existência – o lucro, enveredando em um turbilhão de prejuízos, até o comprometimento de seu patrimônio, na tentativa de conseguirem uma obra, definindo preços de venda ainda menores aos listados como referência nos processos licitatórios.

Portando, é importante saber se você está hoje na engenharia para ganhar ou perder dinheiro, eu imagino que seja pra ganhar dinheiro, e não pra amargar prejuízos.

Se estiver para ganhar, é importante saber se você é solidário ao desenvolvimento de novas tecnologias. Veja que somente as empresas que adotaram novas tecnologias e conceitos para a definição de seus custos de obras, é que estão lucrando na Engenharia atual.

O processo tradicional, formado a mais de 50 anos para a definição dos custos de uma obra, ainda são utilizados como um padrão pela grande parte das empresas, e o pior, é que sistemas de custos que ainda estão sendo vendidos no Brasil, como o Volare, o Compor, e outros, ainda utilizam destes conceitos. Isto não é mais admissível.

Visando tamponar estes buracos negros na forma de compor custos e colocar índices de construção. Formar preço pela multiplicação de índice (produção ou consumo) x valor do insumo x quantidade, não é suficiente para definir o custo executivo de um serviço. O importante é adotar tecnologia de ponta, conceitos inovadores, análises profundas de valor, simulações financeiras, curvas de produção e muitos outros.

Acredito que é hora de mudar. Acredito que é hora de você começar a ver que seus recursos são limitados, que é hora de reciclar, e que ter algo melhor é essencial para sua empresa e seu futuro e estou certo de que um profissional em gerenciamento é uma das ferramentas, pois minha missão como tal é fornecer informações seguras e confiáveis a nossos clientes e parceiros.

Só para se ter uma idéia da atual situação, na Petrobrás, que hoje se caracteriza como uma das maiores contratantes do País, sobre o regime da União, não existe um único contrato que esteja dentro de seus custos previstos, ou no seu prazo idealizado. Ou seja, não existe um único contrato que não gere perdas exorbitantes aos Contratados.

E, o pior, é que o próprio Governo não está vendo a necessidade de alterar este quadro, apesar disto significar que tais perdas, ou melhor, falhas nas definições corretas quanto a prazos e valores de referência ou contratação, deflagram prejuízos enormes aos cofres públicos, pois obras em atrasos geram prejuízos sociais, necessidade de reajustes, alterações nas cotações orçamentárias (o que muitas vezes não se consegue gerando paralisação de obras), custo político exorbitantes, perda de arrecadação, tráfico de influência e, por fim, degeneração maciça de um dos principais segmentos da economia primária, a Engenharia.

Pense nisso antes de fazer, planejar, executar ou gerir alguma coisa!!!

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