Meu mundo, minhas ideias, EU!

Loucuras…

Tenho pensado muito nestes meses que passaram. Amizades que apareceram, amizades que desapareceram, conhecidos, cantadas. E a noite, com seus espectáculos privados e públicos. Muita coisa pra assimilar, muita pra digerir, e por enquanto, poucas resoluções.

Me considero old-fashion pra algumas coisas, mesmo achando elas de um certo modo excitantes. Mas não é pra mim. Não por agora. Olha a situação:

Num sábado, estava entediado em casa. Resolvi sair, pra pertinho mesmo. E fui pra boate das redondezas. Até nesse ponto, nada anormal, sempre os mesmos estereotipos, as mesmas figuras que mudam de idade, penteados, roupas, mais continuam com as mesmas ‘afetações’.

O que me chamou a atenção foi um grupo, belos na sua medida, não deuses. Brincalhões, divertidos. Até achei que fossem um bando de heteros se divertindo; alguns com namorada do lado.

E daqui a pouco vejo elas irem embora…

E a coisa mudou…

Beijos entre dois, beijos entre 3, beijos entre 4. Mãos deslizando nos corpos, um clima de tesão guardado [acho que nem recolhido caberia]. Machos sedentos pelas bocas dos amigos, parceiros, colegas.

E um deles chama um de fora, que destoava do grupo; meio afetado, meio pintoso, meio vulgar.

E os beijos aumentaram; entre 2, entre 3, entre 4.

Mais, alguma coisa tinha se quebrado. Eu sentia isso, mesmo sendo um mero observador.

Daqui a pouco acontece uma cena de ciúmes digna de novela da 9. Um cara, amigo do que destoava, me aparece e faz aquele barraco, com direito a ciúmes, tapa na cara, empurra empurra. Os que assistiam achavam que a porrada ia comer solta, eu não; sabia o desfecho.

E não é que aconteceu tal qual imaginei. Os machinhos se retiraram, o destoante foi junto, o amigo perdeu a vez [e quase retirado da boate pelos seguranças]. E todos felizes por poderiam transar entre todos.

Final feliz pra eles!

Quando ia embora, na porta estavam as namoradas, procurando pelo grupo, arrependidas por ter deixado os namorados soltinhos; tinha uma até chorando.

Me deu uma pena por todas, e ao mesmo tempo uma vontade de falar pra procurar na casa de fulano que achariam a festa [eles gritaram aos 4 ventos o nome do sujeito]. Mais…. não quero esse karma pra mim. Cada um na sua.

 

Voltando aos conhecidos e desconhecidos, que bom conhecer pessoas. Cada vez me animo nessa cidade maravilhosa. E o amor? Está por ali, talvez entre pedrinhas e dinossauros ou voando par Londres ou trabalhando num plano de engenharia mirabolante.

Viva o amor, viva!

E um video para terminar

Os antagonismos das palavras

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