Meu mundo, minhas ideias, EU!

Que loucura nos vivemos, sentimos, fizemos. Que coisas boas passamos naquelas noites e naqueles dias, um em especial, que bom que foi maravilhoso. Ficou um gosto de quero mais, uma saudade de continuar, uma vontade de crescer…

Mas, com os dias passando, você demonstrou que os teus demônios, teus medos, teus fracassos, tuas neuras te dominam, fazem você perder as chances de progredir, de vislumbrar e ter um futuro brilhante.

Enquanto isso, te lamentas, lamurias, choras, ficas triste. E disfarças com saidas, amigos, sexo casual e causal. Ah, que pena meu amigo, que pena que não consegues visualizar o que esta na tua frente, disposto a lutar, batalhar, sofrer, amar, gritar, chorar, rir e estar ao teu lado, nem na frente nem atrás.

Você me pergunta “como pode ser possivel gostar de alguém assim, tão rápido?”; eu é que te pergunto, “onde está escrito que não podes, que não deves, que é errado, que é impossivel?”.

Sentimentos as pessoas não mandam neles, você acha que os controla, mas são eles que colocam um tempero especial na nossa vida. E te juro meu amigo, por mais que as vezes sofras, chores, fiques amargurado, vale a pena. Ou você acha que ter uma vida perfeita significa estar numa felicidae completa???.

Até você chegar aonde queres, isso se você chegar nessa terra utópica, passaras por muitas coisas, muita delas sem necessidade de passa-las sozinho, sem ter com quem compartilhar. E isso é tão devastador, que somente os fortes sobrevivem.

Ajudar as pessoas faz parte da nossa sociedade humana, querer ajudar já são outros papos. Quero ajudar, quero te ajudar. Basta você deixar.

Enfim, minha carta acaba por aqui, mas não meus pensamentos. Sabes o que eu penso, o que eu sinto, o que desejo. Se quiseres, estarei por aqui e por acolá.

PS: quando estava escrevendo esta carta, recebi este tweet do @clintodavisson: Maturidade: capacidade de ouvir uma pessoa falar uma asneira muito grande e não chamá-lo de burro quando insistir no erro.

PS2: Mesmo que tenha parecido que você me perdeu, foi apenas um tempo pra as coisas se encaixarem. Ainda te verei novamente.

Não sei de quem é o texto, acho que do Arnaldo Jabor; enfim, é como estou me sentindo, curtam.

Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como
tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
– ‘Ah, terminei o namoro… ‘
– ‘Nossa, quanto tempo?’
– ‘Cinco anos… Mas não deu certo… Acabou’
– É não deu…?
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se
somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo,
como cobrar cem por cento do outro?
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico
que é uma delícia.
E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona…
Acho que o beijo é importante… E se o beijo bate… Se joga… Senão
bate… Mais um Martini, por favor… E vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa ta com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a
pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro,
recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você.
E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.

E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu
pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer…
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim… Quem disse que ser adulto é fácil?

Enfim, a Microsoft decidiu mudar toda a sua plataforma de blogs para o WordPress. Bom, eu não achava necessário, mas dizem que o WP é melhor, que tem melhores recursos, que vale a pena usar, então….

Que seja bemvinda a mudança.

Este está sendo o meu primeiro post dentro do WP usando o Windows Live Writer.

Hello world!

Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!

A grande maioria (80% a 98%) das pessoas de todas as sociedades em todo o planeta é heterossexual. Entre uma pessoa exclusivamente heterossexual e outra exclusivamente homossexual há o bissexual em diversas graduações nas suas composições. Existe uma graduação partindo de um extremo (hetero ou homossexual) para o outro, numa relação direta entre a diminuição de um e o aumento do outro.
Durante muito tempo o mundo esteve dividido em atividades masculinas e femininas, com fundamentos na biologia básica. Entretanto, excluindo maternidade, parto e amamentação – que são trabalhos exclusivamente femininos, a maioria das atividades podem ser desempenhadas tanto por homens quanto por mulheres. Sem entrar no confronto do melhor ou do maior, é importante que as diferenças de gênero sejam complementares e enriquecedoras ao ser humano.
Os hormônios masculinos e femininos podem contribuir com estas características, mas o fator cultural tem maior força. Como todos os outros, o preconceito homofóbico é cultural, pois não se nasce com ele. Não se escolhe ser homossexual, nem heterossexual.
Uma criança faz o que tem vontade, brinca com o que lhe agrada e com o que lhe faz sentir prazer. É o padrão cultural do seu entorno que qualifica se suas ações são masculinas ou femininas. O mundo foi dominado por muito tempo pelos masculinos, que acreditavam no machismo (crença de que homens são superiores às mulheres e aos diferentes). Estes preconceitos foram assimilados por seus filhos, que os praticaram com seus circundantes.
As mulheres são diferentes e complementares, mas não inferiores aos homens. Os machos sempre combateram o diferente, principalmente o homossexual. Até hoje, no Brasil, a cada dois dias um homossexual é assassinado por intolerância. Tais crimes são cometidos geralmente por machos homofóbicos. Seus filhos vão ser intolerantes com os colegas diferentes, que nem precisam ser homossexuais, por meio de bulliyng, ironias, rejeições, segregações, agressões etc. Basta que tenha modos, gosto, cor, religião, altura ou tipo corporal diferente para serem alvos de preconceitos.
O preconceito homofóbico piora com a puberdade, quando os rapazes têm "mais testosterona que cérebro". A atração física independe do racional e da educação, como são os gostos por salgados e doces. Não é necessário que se ame os homossexuais, mas como também não é preciso odiá-los. Como seres humanos, os homossexuais têm tantos direitos quanto os heterossexuais.
É com o surgimento dos hormônios sexuais que as pessoas podem ter egossintonia ou egodistonia sexual. A maioria dos seres humanos são egossintônicos sexuais, isto é, tem órgãos sexuais definidamente masculinos ou femininos e sentem atração sexual pelo sexo complementar. Os egodistônicos apresentam incompatibilidade entre a constituição física e o sentimento de atração. Na grande maioria dos homossexuais, tanto masculinos quanto femininos, é na puberdade que esta egodistonia fica bem mais evidente e muito sofrida.
Faz parte da puberdade e da adolescência uma insegurança não só quanto ao desempenho sexual, mas também quanto à sua identidade sexual. Muitos púberes masculinos tomam atitudes machistas para sua própria autoafirmação. Uma destas atitudes é atacarem os diferentes e homossexuais. É como se pensassem: "Se eu ataco homossexuais é porque sou heterossexual". O grande engano é que não é preciso atacar nem os diferentes nem os homossexuais para ser heterossexual.
Muitos destes egodistônicos lutam contra o que sentem, justificando-se pelo corpo que têm. Esconder, omitir, rezar, negar e outras tantas ações não o impedem de continuar sentindo. É como se eles estivessem na contramão da cultura vigente. Alguns se forçam e são forçados a mostrarem-se heterossexuais.
Cabe a todos nós, professores, pais, educadores e cidadãos em geral preparar pessoas mais saudáveis, livres de preconceitos, não importa quais sejam.

Site: www.tiba.com.br – Extraido de: http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/ult6425u27.jhtm

É curioso observar a expressão de espanto das pessoas quando contamos que estamos vivendo há tanto tempo juntos. Ainda permanece no entendimento coletivo a ideia de que somos superficiais, efêmeros, promíscuos e desprovidos da capacidade de amar e nos casarmos.
Como ocorre com a maioria dos jovens, sonhamos encontrar nosso príncipe encantado e vivermos felizes para sempre. O ideal de busca do amor eterno continua a atormentar jovens e adultos e a provocar esse triste sentimento de solidão e fracasso aos que ainda não encontraram sua metade da laranja. Isso não é uma exclusividade do amor heterossexual, nem tampouco daqueles que gozam do direito de legalmente poderem se casar.
São inúmeros os casais homossexuais que constroem uma vida feliz juntos, contra as mais pessimistas previsões baseadas nas falhas habituais dos casamentos heterossexuais que conhecemos. E talvez esteja exatamente aí o equivoco, tanto daqueles que nos olham quanto de nós mesmos que buscamos incansavelmente nosso pote de ouro além do arco-íris.
Fracassam as tentativas de se estabelecer uma relação gay duradoura quando baseada nos padrões heterossexuais de divisão de papéis de gênero. Numa relação homossexual, ninguém está representando o papel do gênero oposto: ou estamos falando de duas mulheres ou dois homens encarregados de construir e entender como funciona essa nova família. E isso não nos isenta de fracassos, mas sem dúvida seus motivos não se localizam na homossexualidade em si, mas, sim, nos próprios equívocos presentes nessa busca incessante pelo parceiro ideal, seja macho ou fêmea.
Apesar de ainda desacreditadas, as relações entre pessoas do mesmo sexo são cada vez mais comuns e têm se apresentado como uma proposta alternativa de construção de um ideal de família harmoniosa e feliz, onde o estar junto se baseia única e exclusivamente no prazer da convivência e no amor. Se por um lado conseguimos nos livrar dos conflitos causados pelas diferenças de gênero, por outro trazemos à tona as disputas oriundas de uma relação entre iguais, onde o fato de ser homem ou ser mulher não significa o ponto final nas celeumas: somos todos iguais nessa noite, e as diferenças entre o masculino e o feminino não servem como panaceia para nossos entreveros.
Sim, sonhamos e desejamos encontrar alguém que esteja ao nosso lado quando a velhice chegar. A solidão só nos serve quando optamos por ela, não quando ela nos é imposta. Nesse sentido, é no mínimo humano apoiar e torcer para que cada um de nós encontre a sua tampa da panela, mesmo contra as mais conservadoras reações.

Oswaldo Braga
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